Olha a história, meu amigo! Donald Trump, aquele mesmo, lançou a cripto World Liberty Financial achando que ia tirar US$ 300 milhões do mercado, mas a coisa não foi bem assim. A nova meta é só US$ 30 milhões, uma redução de 90%, registrada em papelada lá na SEC. A ideia era vender os tokens WLFI e encher os cofres, mas as vendas andaram meio devagar e o cofre segue vazio, pelo menos por enquanto.
O plano agora? É que a DT Marks DEFI LLC, empresa de Trump, só vá pegar os 75% da receita depois que a World Liberty atingir esse novo “cofre de guerra” de US$ 30 milhões. Só que, olha, desde que o negócio começou em outubro, a coisa não decolou – arrecadaram uns US$ 14 milhões e, depois do primeiro empurrãozinho, a demanda deu foi uma freada de respeito.
A galera que entende de cripto tá dizendo que o problema pode ser a falta de valor real pro token WLFI. A Galaxy Digital deu o toque: o tal token é pra governança de um protocolo que, olha só, ainda nem existe! É tipo tentar vender ingresso de show sem palco, né? Resultado: o pessoal fica de pé atrás e o token não vende.
Ainda tem US$ 288 milhões em tokens que tão lá, disponíveis, mas a World Liberty já avisou que, quando bater os US$ 30 milhões, encerra a venda. E o site, engraçado, ainda mostra a meta antiga de US$ 300 milhões! Até agora, só 1 bilhão dos 20 bilhões de tokens foram vendidos e, pior, quem comprou tá com o dinheiro preso – os tokens tão congelados e não dá pra negociar no mercado.
E pra deixar a coisa ainda mais confusa, ninguém sabe direito o que a World Liberty Financial quer ser quando crescer. O site fala de um portal de investimentos cripto, talvez uns serviços de empréstimo, talvez uma stablecoin. Mas até agora, o projeto segue mais enrolado do que batom em boca de palhaço, e quem botou grana tá esperando o retorno que é bom. Vamos ver o que o show ainda reserva!